Eleito em 29 de Abril do Ano Santo e Jubilar da Igreja Católica, o Santo Padre João Paulo V. Eleito em meio a os diversas crises que nossa Igreja passava, a crise deixada por João I, em titulado o papa comunista.
Cardeal Vinicius, ex- papa da Santa Igreja, logo ao seu final de pontificado foi considerado um dos piores papas possíveis que a Instituição Católica do Habbo Hotel podia ter, então na eleição do próximo pontífice romano, teria que ser de bastante cautela, pois a igreja passava um momento super que difícil com as crises de padres e a crise de ausência. Os Cardeais sobre pressão viram a luz no fim do túnel ele o Cardeal Daniel Stramantino, conhecido pelo seu pulso firme nas decisões tomadas, e que sim prometia uma mudança radical internamente e externamente dentro da Igreja. No começo do pontificado encontrou muitos problemas em diversos setores da Igreja, o mesmo sofreu um golpe de tentativa de destronamento liderado pelo Cardeal Odilo Scherer, que apoiando por alguns cardeais de ideologia comunista/reformista, tentaram aplicar no Sumo Sacerdote, após esse crítico golpe Sua Santidade reunida com os diversos Cardeais e Epíscopos conseguiram conter essa revolução e tomando uma iniciativa surpreendente que reduziu o poder desses cardeais e criou mais outros como Dom Angelo Lucianne e Lucas Medeiros, os novos Cardeais que a Igreja receberia.
Podemos dizer que João Paulo V, conseguiu sim conter a crise e sim quebrar a ausência. A Igreja sofreu poucos e baixos durante este papado de reformas, que trouxe diversos Epíscopos ao Colégio e três novos Cardeais inclusive a volta do ex-fundador da Igreja, o ex- papa Severino I, Cardeal Victor.
Sua Santidade, em busca de ouvir o que seu rebanho tinha para dizer, convocou o VIII Sínodo Geral dos Bispos, que tomaram algumas iniciativas a respeito de vários tópicos e um decisão de suma importância sobre a volta dos excomungados.
Não sabemos ao certo em dizer que Dani Stramantino foi um papa correto e justo, mas sim um papa que buscou a reforma, uma reforma de dentro para fora, foi aquele papa que conseguiu estabelecer a ordem nos Colégios, de forma indireta, foi um papa que durou e trabalhou, buscou preservar a ética e a responsabilidade através de suas homílias nas Missas. João Paulo V, foi a Salvação, um Cardeal, um mero servo de Cristo que sim não iremos encontrar outro igual para poder chamar de Santidade, o papa com uma saúde vulnerável, enfrentando altos e baixos, dando o exemplo ao seu rebanho, inciando as conversas diplomáticas com os separados da Igreja, buscando o melhor a todos nós,
E sua renúncia, não será uma renúncia em vão, e fácil de arcar, será uma renúncia de falta e gratidão, o papa deu sua alma para buscar soluções para a Igreja, mesmo sendo rude e ignorante, como alguns clérigos diziam, mas sim foi com essa forma de governar que nós podemos dizer que tivemos um papa que realizou uma das Jornadas Santas e Ano Santo, de forma misericordiosa e acolhedora, o coração do pontífice pode ser de ignorância e rudez mas sim podemos dizer que tívemos um PAPA de trabalho um PONTÍFICE que fize-se algo para a igreja.
E por isso eu concluo essa carta de despedida ao Romano Pontífice, que para ele saia de cabeça erguida, para que ele sinta que a sua renúncia não foi uma coisa em vão, mas uma renúncia de trabalho e perseverança foi aquela renúncia que iremos sentir falta de dizer que tivemos um PAPA. E com tristeza me despeço do Pontífice agradecendo todo seu trabalho e suas decisões que não poderiam agradar a maioria pois nem Jesus agradou a todos, mas sim a Igreja retribui de maneira indireta desejando um Obrigado.
Fique com amor de Maria, abraços Dom João Epíscopo Bastos.






